Aconteceu nesta quinta-feira (22) no Fórum de Linhares, o último julgamento da semana que inclui a lista da 2ª Pauta do Júri Popular, e o motorista Valdete Aguiar Cesar, de 57 anos, enfrentou os jurados, que o condenaram. Ele é apontado como autor do homicídio que vitimou Alan Alves da Silva, no dia 17 de fevereiro de 2022. Alan foi atingido por um tiro na cabeça, e morreu na hora. Além da pena de reclusão, o réu ainda terá que pagar R$ 100 mil para a esposa e para cada um dos filhos da vítima.
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O julgamento terminou às 20h40, e a defesa de Valdete foi realizada pelos criminalistas Leandro Freitas de Sousa e Marcos Cunha Cabral. Já o Ministério Público foi representado pelo Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano.
Após a condenação pela prática dos crimes de homicídio qualificado privilegiado e porte ilegal de arma de fogo, entendidas pelos jurados, o Juiz Tiago Camata, que presidiu os trabalhos, fixou a pena definitiva em 21 anos, 04 meses e 15 dias de reclusão, e ao pagamento de 10 dias-multa, em regime inicial fechado.
A prisão foi mantida e o réu não poderá recorrer em liberdade. Conforme informamos acima, o réu ainda foi condenado a indenizar a companheira e os filhos da vítima, no valor de R$100 mil para cada. Relembre o crime abaixo:
Mais sobre o crime – No Boletim da Polícia Militar consta que o disparo que matou Alan foi efetuado quando o réu estava dentro de um caminhão vermelho, que teria trafegado por três vezes com os faróis apagados em frente a calçada onde a vítima conversava com um amigo. O motivo seria uma discussão por conta desse fato.
A arma do crime foi apreendida pela Polícia Civil, que prendeu o réu no dia seguinte ao crime. O caminhoneiro não tem antecedente antes desse trágico crime que o levou a júri popular.