Olá, mulherada. Tudo bem? Confiram abaixo o que a Psicóloga Daiane Amaral de Melo tem para vocês hoje, para seguir pra sempre:
É bastante comum, por exemplo, que a autoestima seja relacionada a aspectos externos — como cuidados estéticos ou aquisição de roupas e acessórios. Porém, ainda que esses elementos possam ter uma conexão com o tema, é preciso ir além.
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"É que a autoestima anda ali de ladinho com o autoconhecimento. E o autoconhecimento anda ali de mãozinhas dadas com a confiança. E a gente não confia em quem a gente não conhece, né?!"
A autoestima é compreendida como um conjunto de sentimentos e pensamentos do indivíduo em relação ao seu próprio valor, competência, confiança, adequação e capacidade para enfrentar desafios, que repercute em uma atitude positiva ou negativa em relação a si mesmo (Rosenberg, 1965).
A Autoestima é como você pensa sobre você mesmo, não o que as outras pessoas pensam sobre você. A referência que você tem sobre você mesmo, como se percebe, se avalia, é muito além de características físicas, é olhar seus conteúdos internos, perceber suas potencialidades e aptidões.
você já parou para refletir sobre como você se vê?
Será que aquela vergonha em falar em público, aquela dificuldade em se posicionar frente às situações podem estar ligadas a esse fator? Será que não investe em seus sonhos por não confiar em você? Será que se mantem em relações ruins por não acreditar que conseguiria ou mereceria algo melhor?
Reconhecer a importância da autoestima e como ela está na nossa vida é essencial para lidar com as dificuldades e ter ume melhor posicionamento na sua vida. Saiba que se trata de um elemento muito importante para se construir uma trajetória de crescimento e ser feliz.
A autoestima negativa ou a baixa autoestima está associada como fator de risco para adoecimentos psicológicos. Esta relacionadas com diversos transtornos, dentre eles os mais comuns são ansiedade e depressão.
Diante disso, como saber se você está com uma autoestima baixa? Uma forma bem prática é responder algumas perguntas-chaves. Confira na seqüência:
1. Você desiste de algo antes de começar? Geralmente a baixa autoestima está associada com pouca confiança em si mesmo.
2. Você se preocupa demais com a opinião dos outros? Quando se tem consciência e confiança em si, a opinião (e muitas vezes a desmotivação) do outro é um mero detalhe. Agora, para os que possuem autoestima reduzida, qualquer fala contraditória ao plano inicial é suficiente para “mudar a rota”.
3. Você se cobra demais, e se culpa facilmente por algo que deu errado?
Quando as coisas não acontecem da forma como você esperava, sua tendência é se martirizar por isso e cair em sofrimento por não se achar boa (bom) o bastante? Esse é mais um sinal de baixa autoestima.
E ai, você se identificou? Se a resposta for sim, não se assuste existe maneiras que pode auxiliar para aumentar a autoestima.
1 – Foque no autoconhecimento
2 – Seja mais realista em relação às suas expectativas
3 – Se aceite.
4 – Não se compare com outros
5 – Faça uma lista de suas qualidade
6- Faça psicoterapia
A psicoterapia pode ajudar a corrigir a sua autoimagem, adquirir autoconhecimento e, consequentemente, influenciar positivamente na sua autoestima.
A autoestima elevada te ajuda a acreditar mais em você, te impede de você constantemente ficar e depreciando, ajuda você a ir em frente com seus sonhos apesar com medo, pois terá autoconfiança. A autoestima te ajuda a ser mais FELIZ e TER UMA VIDA MAIS LEVE.
É PRECISO COLOCARMOS COMO AUTORAS DA NOSSA PROPRIA HISTÓRIA E DESEJOS- E EU DAIANE. VENHO TE CONVIDAR A OLHAR PARA SUA VIDA E PERCEBER SE TEM SE AMADO, SE TEM SE COLOCADO COMO PLANO A NA SUA VIDA.
Psicóloga Daiane Amaral de Melo - CRP 16/6980