Foi julgado à revelia, no fórum de Linhares, o réu Wallace dos Santos, atualmente com 32 anos. Ele é envolvido na morte de um estudante de 17, no bairro Interlagos, o maior de Linhares, e estava com 21 anos na época do crime. A vítima, Vinicius Lavigne dos Santos, foi baleada ao sair da escola onde estudava, também no Interlagos. O crime aconteceu em novembro de 2011. Vamos aos detalhes do julgamento, e também aos detalhes do triste fim do estudante:
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Julgamento - O júri aconteceu na quinta-feira, 1º de dezembro, e foi presidido pelo Juiz da 1ª Vara Criminal da Comarca de Linhares, Tiago Camata. Wallace não foi localizado para ser intimado quanto à Sessão de Julgamento, e acabou condenado. O magistrado fixou a pena definitiva em 27 anos e 9 meses de reclusão.
O réu teve a prisão preventiva decretada na Sentença, e é considerado foragido. o 181 é a linha direta para denúncias, sem que a pessoa necessite de se identificar. Abaixo, foto do réu, da época em que ele foi preso pela Polícia Civil, no ano seguinte ao crime, e também cena de uma passeata em que amigos da vítima pediram paz (e justiça) para o estudante. Confira ainda, logo após a foto, detalhes do crime, e também da então prisão do rapaz, além de mais fotos do cruel assassinato:
O crime - Era início da tarde de quinta-feira, dia 17 de novembro de 2011, e Vinicius Lavigne dos Santos foi surpreendido por dois rapazes, na Avenida Castro Alves. Os atiradores, segundo testemunhas, estavam em uma moto preta. V.D.S., de 16 anos, foi apreendido menos de duas horas após o crime, no mesmo bairro onde a vítima morava e estudava. Ele confessou ter atirado na vítima. O estudante ficou na na Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) do Hospital Rio Doce, mas não resistiu e morreu dois dias depois de ter sido baleado.
Réu chegou a ser preso - Em junho de 2012, com mandado de prisão em mãos, a Polícia Civil colocou Wallace dos Santos atrás das grades. O delegado Fabrício Lucindo Lima, chefiava o então Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) e era titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV), que ainda funcionava no Centro de Linhares.
Hoje o réu, que no julgamento contou com a atuação do Promotor de Justiça Claudeval França Quintiliano, representando o Ministério Público, é foragido na condição de condenado. Ele foi defendido pelo advogado Diego Hemerly Siqueira, e este tem espaço aberto para envio de nota, caso queira se manifestar: 27 99808-4347.