Polícia Condenações
Réus têm sentença nada agradável nos 2 primeiros júris da ultima pauta de 2022 no Fórum de Linhares
Um respondeu por homicídio tentado, e outro por homicídio consumado. Um dos crimes aconteceu em 2007.
30/11/2022 18h25 Atualizada há 4 anos
Por: Redação

O réu Marcelo Cordeiro, o Neco, enfrentou os jurados no julgamento que abriu a última pauta de 2022 no Fórum de Linhares, e foi condenado. Ele havia tentado matar o primo a tiros, no dia 3 de junho de 2017, no bairro Aviso. O crime aconteceu na casa da vítima e na presença da companheira do baleado. Atuaram na defesa os advogados Leandro Victor Paulo Miguel,  e Letycia Vial Pereira; e a acusação ficou à cargo do Promotor de Justiça Adriani Ozório do Nascimento, que representou o Ministério Público. Vamos à sentença:

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Marcelo foi condenado pelos jurados, pela prática do crime de homicídio qualificado, na forma tentada (art. 121, §2º, incisos II, IV e V, c/c art. 14, inciso II, ambos do Código Penal), e o Juiz Tiago Camata, que presidiu os trabalhos,  fixou a pena definitiva em 20 anos de reclusão. Trata-se da pena máxima prevista para o crime, e o regime é o fechado. A prisão preventiva foi mantida e o réu não poderá recorrer em liberdade.

Cadeião - E nesta quarta-feira (30) também teve júri, e com cadeião como sentença. Quem enfrentou os jurados foi o réu Genicélio da Silva Costa, para responder por  crime de homicídio qualificado (art. 121, §2º, incisos I, III e IV, do Código Penal).

Consta nos autos que no dia 03 de maio de 2007, pouco depois das 15h, Genicélio matou, com vários disparos de arma de fogo, Júnior Dias dos Santos. O homicídio aconteceu na Avenida Vasco Fernandes Coutinho, bairro Interlagos 2.

Os jurados condenaram Genicélio, e o Juiz Tiago Camata fixou a pena definitiva de 30 anos de reclusão. Assim como no júri de ontem, a prisão preventiva foi mantida e o réu não poderá recorrer em liberdade. Ele foi defendido pela advogada Neiva Costa de Farias, e quem representou o Ministério Público na acusação, através da Promotoria de Justiça, foi Luiziany Albano Scherrer.