Num processo de 14 volumes de 200 páginas cada e mais 300 horas de depoimentos em áudio visual, o júri popular mais esperado dos últimos anos em Linhares e no Espírito Santo em geral, já tem até advogado nomeado, e vai acontecer na primeira pauta de 2023. No banco dos réus estará o ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves, acusado de estuprar e matar o filho, Joaquim Alves, na época com 3 anos, e o enteado, Kauã Sales Butkovsky, de 6 anos. As crianças foram mortas no dia 21 de abril de 2018, na casa onde moravam com a mãe e o réu, no Centro de Linhares.
Clique aqui e siga o Eu Vi em Linhares no Instagram
Nomeado pelo Juiz de Direito Tiago Camata, titular da 1ª Vara Criminal de Linhares, para atuar na defesa de Georgeval, o criminalista Deo Moraes Dias, foi bem direto quando foi procurado pelo Eu Vi em Linhares: "Por mais brutal que seja o crime, todo homem/mulher tem direito a defesa. Fui nomeado e atuarei como profissional", disse ele.
Repercussão - O julgamento está previsto para ocupar pelo menos três dias de júri, e vai atrair a atenção da imprensa do Brasil inteiro para Linhares. Parentes das vítimas, pessoas que conheciam a família, e membros da igreja que Georgeval presidia, no bairro Interlagos, bem como quem não faz parte de nenhum desses grupos citados, estarão na expectativa da sentença.