Polícia Continua presa
TJ nega liberdade para Pequinha, presa em fevereiro, em Linhares
Prisão foi decretada pelo juiz Tiago Camata, da 1ª Vara Criminal. Defesa alega que delegado se equivocou. Temos detalhes.
01/08/2022 08h55
Por: Redação

Presa desde fevereiro do corrente ano de 2022, quando saía de sua residência, no bairro Canivete, a investigada Cleidimar Gomes da Silva, a Pequinha, 40 anos, continuará atrás das grades. É o que definiu uma decisão do Tribunal de Justiça, que negou pedido de habeas corpus feito pela defesa, a fim de soltar a citada. Nele, de acordo com a decisão, a defesa alegou o seguinte:

 

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“Que a prisão da paciente (Cleidimar) se deveu ao fato de que, após investigações realizadas pela 16ª Delegacia Regional de Linhares, o Delegado chegou a equivocada conclusão de que a paciente estaria envolvida com o tráfico de drogas realizado na região do bairro Canivete, no município de Linhares”.

Confuto, ao pedir a revogação de prisão preventiva da mulher, com a respectiva expedição de alvará de soltura, com ou sem a aplicação das medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal, a defesa teve o “não” como resposta.

A prisão de Pequinha foi decretada pelo Juiz Tiago Camata, da 1ª Vara Criminal do fórum Desembargador Mendes Wanderley. O indeferimento do pedido para soltá-la por parte do Tribunal de Justiça, foi unânime.

Se a defesa (advogado) da citada quiser se manifestar, pode enviar nota para o nosso WhatsApp 27 99808-4347.