Polícia 2ª Manchete do caso
Empresário preso em Bebedouro usou endereços fictícios no Interlagos e Sooretama
Edson foi preso numa ação da Polícia Civil, citou valores das pistolas que vendeu, e outros detalhes. Confira a segunda manchete sobre a ação da PC que repercutiu no Estado.
28/07/2022 07h02 Atualizada há 4 anos
Por: Redação

Rua Augusto Pinto de Jesus, Bebedouro. Esse é o endereço onde o empresário Edson da Silva Loureiro, de 39 anos, foi preso numa ação da Polícia Civil na terça-feira (26), por determinação judicial. Ele estava na empresa dele, uma marmoraria que funciona no térreo, e informou aos policiais que reside no andar superior. Edson estava no escritório e atendeu a equipe na calçada, sendo informado sobre a existência do mandado judicial. Em seguida ele apresentou uma Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa, com último sobrenome parecido com o real. Confira abaixo mais detalhes da ocorrência que repercutiu no Espírito Santo após a manchete no Eu Vi em Linhares:

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Durante a ação da PC, outros endereços foram alvos, sendo um de busca e apreensão em Sooretama e outro no bairro Interlagos, onde, na Avenida Pedro Álvares Cabral, foi encontrado apenas um lote cercado, sem nenhuma construção.

Em seguida a PC foi até Bebedouro, no endereço que citamos acima, e após tomar ciência de que o mandado seria cumprido, e que já era de conhecimento da polícia o uso de documentos com outros nomes, o investigado confessou sobre os nomes que utilizava e explicou que precisava abrir um CNPJ para a sua empresa de granito.

O investigado ainda disse que os demais endereços contidos no mandado judicial são fictícios. Ele levou a equipe ao apartamento onde disse que reside, em cima do escritório, em Bebedouro, e negou que no local houvesse armas, drogas ou algo de valor.

A afirmativa caiu por terra quando, respaldados pelo documento judicial, os policiais encontraram uma pistola, numerada e registrada com o documento em que ele utiliza outro nome (não iremos divulgar esse nome), e a arma estava desmontada em um móvel embaixo da televisão, faltando o cano. Edson, então, confessou que o cano estava no bolso da calça que estava usando no momento.

Cientes de que outras armas três armas haviam sido compradas com o mesmo nome o qual não iremos informar, o investigado citou que duas pistolas 9mm foram vendidas por R$ 10 mil cada e outra, TH .40, por R$ 12 mil, mas não informando para quem vendeu.

As armas estavam registradas com endereço de Sooretama, na Rua Vitório Boobio, Centro, também fictício. Além das armas e o carregador citados acima, a PC também apreendeu 95 munições 9mm, os documentos falsos, dois celulares, e um valor de R$ 1.137,00 em espécie.

Nota: Deixamos espaço aberto para a defesa (advogado) do investigado, caso esta queira se manifestar: 27 99808-4347.