O ex-pastor Georgeval Alves Gonçalves, acusado de estuprar, agredir e matar o filho Joaquim, de três anos, e o enteado Kauã, de seis, logo estará nas manchetes do Eu Vi em Linhares sobre a cobertura da pauta do júri popular, no Fórum Desembargador Mendes Wanderley. É que o juiz Tiago Fávaro Camata, titular da 1ª Vara Criminal da comarca de Linhares determinado o prosseguimento do processo, independentemente do resultado do Recurso a ser julgado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ou seja, o Juiz não suspendeu a ação, e vai dar continuidade ao andamento do processo. Com isso, foi aberta a fase para as partes fazerem requerimentos; e após o procedimento de intimação (Ministério Público, defesa e assistente de acusação), o magistrado marcará o júri. Como já é notório o modo de trabalho do atual titular da Vara em questão, não demorará para acontecer. A mãe das crianças não foi pronunciada, e não vai a julgamento. Relembre o crime abaixo, e reveja fotos:
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Madrugada de 21 de abril de 2018: Linhares amanhecia com uma das piores notícias da história de tragédias já vistas no Espírito Santo quando o assunto é relacionado a homicídios: Os irmãos Joaquim Alves e Kauã Salles Butkovsky foram brutalmente mortos, num incêndio na casa onde moravam, numa esquina da Avenida Nicola Biancard, no Centro da cidade. Primeiramente achando que se tratava de um terrível acidente, todos ficaram estarrecidos quando Georgeval, então com 36 anos, foi algemado e desde então encontra-se preso. Ele era a única pessoa que estava com as crianças em casa, pois a mãe dos meninos estava viajando, com um bebê, filho do casal, em compromisso religioso.
As apurações apontaram que os meninos foram estuprados, espancados até perderem os sentidos, e depois levados para o quarto, onde foram mortos, queimados ainda vivos, durante um incêndio que, ainda segundo a justiça, foi provocado por Georgeval. O ex-pastor nunca confessou o resultado das apurações.
A defesa e assistência de acusação têm espaço aberto caso queira se manifestar: 27 99808-4347.