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Regência: Bebê é atacado por abelhas. Moradora pede ajuda para exterminar colmeias

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Um bebê de um ano e meio foi atacado por abelhas e quase morreu em Regência, nesta quarta-feira (13). A vítima foi levada para um hospital de Linhares, e se recupera bem.

As informações são da leitora Patrícia Alcântara Pereira  de Carvalho, e ela disse que uma colmeia, em um poste da rede elétrica localizado na Rua Rio Preto, coloca outras pessoas em risco. "Nós sofremos com ataques constantemente, e espero que depois dessa reportagem o problema seja resolvido, pois até o momento, nem mesmo ofício da Associação de Moradores resolveu", disse ela.

Patrícia é prima da mãe do bebê atacado e teme que o mesmo ocorra com seus dois filhos, de seis e 11 anos. "O bebê filho da minha prima foi levado para o HGL. Esperamos que tenha alta hoje (14)", comentou.

Desespero

A leitora disse que a vítima estava dormindo na varanda de casa quando aconteceu o ataque, e que ao socorrer o filho, o pai também foi picado. Felizmente, ambos não são alérgicos. "Eu mesma não vi, pois estava trabalhando, mas há informação segura aqui que o bebê teve o corpo, os braços, e cabeça picados. Foi desesperador", detalha a internauta.

Perguntamos como estão as vítimas, e a mulher repetiu que o bebê deve receber alta hoje, e que o pai  ainda está com algumas partes do corpo inchadas, mas está bem.

Persistente em ter o problema resolvido, a moradora disse que além do ofício destinado à EDP Escelsa, algumas pessoas da rua entraram em contato com o Corpo de Bombeiro há aproximadamente dois meses. "A resposta é que as providências não são tomadas,e enquanto isso corremos risco até de morrer, pois quem tem alergia jamais resistiria a um ataque como o sofrido pelo filho da minha prima", alertou.

Ao todo, conforme a informação que recebemos nesta manhã de quinta-feira (14), são cinco postes com colmeia. "Quando o sol esquenta, as abelhas saem de dentro do poste e atacam os moradores. Tenho filhos pequenos e meu marido é alérgico, precisa trabalhar, mas um dos postes fica em frente a nossa oficina, e o medo de ser atacado devido a alergia faz com que o trabalho fique parado", detalhou.

A mulher enviou fotos para mostrar os locais onde existem as abelhas africanas. Confira abaixo:

Em contato com o Corpo de Bombeiros, o Cabo Valdinei disse que recebeu uma informação, ontem, quarta-feira (13), de uma pessoa informando sobre a existência das abelhas, mas que não condiz com o que nos foi informado pela moradora.

Ele explicou que uma pessoa do sexo masculino, ao acionar os profissionais, disse que nem no local estava, e que as abelhas estariam aglomeradas em uma caixa. O Bombeiro disse que ainda pediu maiores detalhes, para atender a solicitação, mas que a pessoa sequer no local estava.

O espaço está aberto para a EDP Escelsa caso esta queira se manifestar.